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"Se me amais, observareis...(Jo 14, 15-17)"- Angela Maria (Fundadora)
"Escolhe, pois, a vida" - Aloisio Peixoto (Consagrado)

 

Palavra da Fundadora

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“Se me amais, observareis meus mandametos e rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito...(Jo 14, 15-17)".

"Se vós me amais...se você me ama, você viverá, encarnará meus mandamentos e assim eu rogarei ao Pai e Ele lhe dará ouro Paráclito". Essas foram as palavras de Jesus aos dicípulos.
A palavra Paráclito, em grego, significa pessoa chamada para ficar ao lado de alguém que necessita de assistência, que precisa de ajuda, de consolo, de defesa. Eu vos darei outro Paráclioto.
Para o povo da antigo Testameto, Deus era o grande consolador. O povo de Israel acreditiva de coração ser o povo escolhido e sabia que era Javé quem o defendia, quem o consolava. Este Deus da cosolação, como nos fala São Paulo (na carta aos Romanos 15-5), s
e encarnou em Jesus Cristo, que se auto define como o primeiro Consalador ou Paráclito: "e Ele vos dará um outro Paráclito, outro defensor, que ficará eternamente convosco" (Jo 14,16).Meus amados que promessa maravilhosa Jesus no faz nestes vercículos promessa que foi cumprida em pentencostes aos apóstolos reunidos com Maria em senáculo. O Espírito Santo desceu em forma de línguas de fogo, levando cada um dos discípulos a ter realmente língua de fogo na pregação da Boa Nova.O Paráclito, o grande defensor dos apóstolos e também seu grande consolador. Vejam, meua irmãos, a mudança que ocorreu no coração de cada apóstolo: passaram da tristeza pela separação de Jesus à alegria do anúncio da implatação do reino.
E é este mesmo Paráclito que é derramado hoje sobre nós cristaõs do século XXI, ne mesma medida e na mesma dimensão, desde que encarnemos aquilo que ér a condição para recebermos estas línguas de fogo. Veja o ensinamento de Jesus:" Se vocês me amarem, observarão meus mandamentos..". Observar os mandamentos, viver os mandamentos de Deus. Se assim fizermos, o Espírito Santo virá em plenitude sobre nós. E somente assim, amados, nós coseguiremos levar o reino a todos os lugares como Deus deseja. Com o Espírto Santo, tudo; sem o Espírito Santo, nada.

 
 
Palavra do Consagrado Aluisio Peixoto

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"Escolhe, pois, a vida" (Dt 30, 19)

Ultimamente a imprensa tem noticiado diversos casos de bebês abandonados pelas mães - seja em um rio de Minas, em uma lata de lixo de São Paulo, uma mata de Pernambuco, debaixo de um carro no Rio ou em um terreno baldio de Santa Catarina. Tais atos causaram uma grande comoção na sociedade.
O intrigante de tudo isso é que muitos sensibilizam-se com o drama de um recém-nascido mas declaram-se favoráveis ao aborto. Um articulista da revista Veja chegou mesmo a afirmar que a solução para esses casos seria a sua legalização, já que daria às mais pobres o acesso a tal procedimento. Mas qual seria a diferença de matar o bebê dentro da barriga da mãe ou fazê-lo logo após o nascimento? Por acaso é o local onde ele se encontra que determina o direito ou não à vida? Ocorre alguma transformação substancial no indivíduo pelo simples fato de o bebê deixar o ventre materno?
É necessário perguntar primeiro o que leva as mães a rejeitarem seus filhos. Se houvesse investimentos sociais em educação, saúde, melhoria da qualidade de vida e distribuição de renda será que os abandonos seriam tão freqüentes? Será que não é mais importante lutar por um país justo do que defender a eliminação das vítimas da injustiça?
Em uma entrevista ao portal de notícias G1 (g1.globo.com), o governador do estado do Rio, Sérgio Cabral declarou-se favorável à legalização do aborto, alegando que isso geraria a diminuição da violência: “Sou favorável ao direito da mulher de interromper uma gravidez indesejada. Você pega o número de filhos por mãe na Lagoa Rodrigo de Freitas, Tijuca, Méier e Copacabana, é padrão sueco. Agora, pega na Rocinha. É padrão Zâmbia, Gabão. Isso é uma fábrica de produzir marginal”. É uma visão no mínimo bastante preconceituosa e determinista (ou seja, se a pessoa tem muitos filhos em uma favela, fatalmente eles serão marginais). Por outro lado, os hospitais da rede pública operam com falta de profissionais, remédios, materiais, equipamentos e outras coisas necessárias ao atendimento da população. Antes de defender a morte, porque não garantir o direito à vida?
Vale lembrar que na primeira metade do século passado os nazistas fizeram campanhas que convenceram a população alemã que a morte de judeus, deficientes, negros e outros grupos seria boa para o país. Atitudes vistas com horror hoje em dia, como o Holocausto, foram precedidas por propagandas associando os judeus a pragas, tornando aceitável para a população a morte de judeus em câmaras de gás um pouco mais tarde. Não é de certa forma o que fazem hoje com os nascituros afirmando que a eliminação deles reduziria a violência? E com uma crueldade ainda maior, porque além de tornar o estudo da história inútil, já que não se aprendeu nada com ela, coloca as mães como cúmplices do assassinato dos próprios filhos.
Uma das bandeiras levantadas pelo movimento pró-aborto é o direito que as mulheres teriam sobre o próprio corpo. É estranho pensar em uma criança como parte do corpo de outra pessoa, afinal a grávida está apenas alojando uma outra vida dentro de si. O bebê não é um braço ou uma perna da mulher para que possa ser considerado uma mera extensão dela. E ainda que fosse, não é um câncer ou outra doença para justificar sua mutilação. É preciso dizer “não” a essa cultura de morte e desvalorização da vida que está se formando atualmente.
Dentro do capitalismo, o valor da pessoa só é reconhecido a partir do momento em que ela consome. Isso significa que quem não tem condições de consumir não vale nada para o sistema e, portanto, pode ser eliminada. A lógica capitalista tem como único valor o lucro e, por isso, prega a liberação sexual, pois os produtos do “mercado do sexo” são altamente lucrativos: revistas e filmes pornográficos, roupas sensuais, propagandas, programas televisivos e uma série de outras atividades que se valem da exploração da sexualidade. O ser humano passa a ser apenas um corpo, um objeto de desejo e fonte de prazer servindo aos interesses do mercado. Dessa forma, as vítimas do aborto tornam-se meros resíduos sem importância, dignos apenas de serem eliminadas como o lixo resultante de toda essa mentalidade.

 

 

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